A Majestade do Escudo: A Cédula de 1.000 Escudos de D. Maria II
No Casa Jardim Retrato, exploramos como o papel-moeda funciona como um documento histórico.
Hoje, destacamos a belíssima nota de Mil Escudos de 1967, uma peça que exala a sofisticação da numismática portuguesa antes da era do Euro.
D. Maria II e a Arte da Cédula
A composição visual desta nota é considerada uma das mais harmoniosas da história do Banco de Portugal:
Anverso (Frente): Apresenta o retrato de D. Maria II à direita.
Anverso (Frente): Apresenta o retrato de D. Maria II à direita.
O centro é decorado com delicadas flores de Malva em tons de azul e lilás, que se repetem como um padrão de fundo.
Reverso (Trás): Traz um medalhão com a efígie da Rainha datada de 1846 (ano da fundação do Banco de Portugal).
À direita, vemos o edifício sede do Banco e a estátua de D. Pedro IV em Lisboa.
Dica de Preservação: O Papel-Moeda
Como esta cédula possui muitos detalhes em tons claros de azul, a preservação é fundamental.
Evite a Luz: Pigmentos azuis e lilases são sensíveis à radiação UV e podem desbotar. Acid-Free: Utilize protetores plásticos livres de ácido (PVC-free) para evitar o amarelamento do papel original.
Conclusão
A cédula de 1.000 Escudos é um testemunho da elegância de uma época.
Você chegou a utilizar os Escudos em suas viagens ou possui alguma outra nota portuguesa na sua coleção? Deixe seu comentário abaixo!
Você chegou a utilizar os Escudos em suas viagens ou possui alguma outra nota portuguesa na sua coleção? Deixe seu comentário abaixo!
Publicado por Casa Jardim Retrato
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