Cédula de 100 Escudos de 1988 de Portugal: A Poesia de Fernando Pessoa e o Símbolo da Rosa

 

Imagem dividida ao meio mostrando as duas faces de uma cédula de 100 Escudos de Portugal sobre uma mesa no padrão artístico. Na metade superior, o verso exibe uma rosa vermelha e laranja estilizada do lado esquerdo e padrões circulares geométricos complexos do lado direito em tons de azul. Na metade inferior, a frente exibe o retrato do poeta Fernando Pessoa de chapéu e óculos à direita, escrevendo com uma caneta, com a inscrição BANCO DE PORTUGAL e CEM ESCUDOS.
Cédula de 100 Escudos de 1988 de Portugal: A Poesia de Fernando Pessoa e o Símbolo da Rosa ​Descrição de Pesquisa (Meta Description): 

Conheça a história, os detalhes de design e as curiosidades da famosa nota de 100 Escudos de 1988 de Portugal, que homenageia o poeta Fernando Pessoa. ​

​O colecionismo de papel-moeda internacional permite-nos viajar no tempo e conhecer a alma cultural de cada país.

​Muitas nações optam por colocar nas suas cédulas os heróis militares ou grandes marcos da engenharia moderna.

​No entanto, Portugal decidiu homenagear os seus maiores tesouros intelectuais através de uma série de notas inesquecíveis.

​No ano de 1988, o Banco de Portugal emitiu um exemplar de 100 Escudos que se tornou uma verdadeira lenda entre os numismatas.

​Esta nota celebra a genialidade do escritor Fernando Pessoa e traz elementos botânicos fascinantes no seu grafismo.

​Hoje, vamos desvendar os significados artísticos que fazem desta cédula uma peça indispensável em qualquer acervo de alto nível.

​Se quer descobrir os segredos guardados nesta cunhagem lusitana, continue a leitura!

​O Anverso: A Presença Marcante de Fernando Pessoa 

​A frente da nota de 100 Escudos é inteiramente dedicada a um dos maiores escritores de toda a língua portuguesa.

​A figura de Fernando Pessoa surge representada de forma muito elegante e fiel à sua iconografia clássica.

​Os Detalhes do Poeta 

​Observamos o autor usando o seu tradicional chapéu de feltro de abas curtas e os seus óculos de leitura característicos.

​Ele surge posicionado no lado direito, segurando uma caneta de aparo enquanto escreve os seus poemas imortais.

​Ao fundo, linhas finas e geométricas cruzam-se para dar uma sensação de modernidade ao conjunto visual da nota.

​Abaixo do retrato, encontramos as assinaturas oficiais do Governador e do Administrador do Banco de Portugal da época.

​Esta face capta perfeitamente a atmosfera intelectual da Lisboa do início do século XX.

​O Verso: A Beleza da Rosa e os Desenhos Geométricos 

​Ao virarmos a cédula, somos surpreendidos por uma explosão de criatividade que une a geometria e a natureza.

​O reverso não apresenta paisagens ou edifícios, focando-se inteiramente na simbologia artística.

O Significado da Rosa Modernista 

​O grande destaque do verso pertence a uma belíssima ilustração de uma rosa desabrochada em tons de laranja e vermelho.

​Esta flor carrega uma forte ligação com as correntes literárias e os movimentos de vanguarda que Pessoa ajudou a criar.

​A rosa surge envolvida por um complexo emaranhado de linhas curvas que formam mandalas e arabescos abstratos.

​Estes desenhos dão à peça um dinamismo visual único e muito avançado para a tecnologia de impressão de papel-moeda da década de 1980.

​A combinação do azul dominante com o calor da rosa central cria um contraste equilibrado e de enorme beleza decorativa.

​Características Técnicas e Valor na Notafilia 

​A nota de 100 Escudos de 1988 foi fabricada seguindo os mais altos padrões de segurança da Casa da Moeda de Portugal.

​Dimensões e Conservação 

​A cédula possui o tamanho padrão de cento e quarenta e seis milímetros de largura por setenta e cinco milímetros de altura.

​Ela traz uma marca de água clássica que reproduz a própria efígie de Fernando Pessoa quando colocada contra a luz.

​Por ter circulado intensamente até à entrada do Euro, encontrar esta nota em estado de "Flor de Estampa", ou seja, sem dobras ou manchas, é o sonho de muitos colecionadores.

​A riqueza do papel e a nitidez das cores fazem com que ela se destaque em qualquer álbum focado na Europa ocidental.

Conclusão 

​A cédula de 100 Escudos de 1988 de Portugal é um exemplo perfeito de como o dinheiro pode transportar poesia e botânica de mãos dadas.

​Ela consegue eternizar o olhar de um escritor genial e a delicadeza de uma rosa num suporte de papel de altíssima qualidade.

​Para os leitores do blog que apreciam a fusão entre o colecionismo, a literatura e a jardinagem, este item é uma joia visual completa.

​Trata-se de uma peça maravilhosa para enriquecer o nosso conhecimento e trazer mais cor e cultura ao nosso universo numismático.

​E você, Jorge, já conhecia os poemas e a rosa estilizada que dão vida a esta nota portuguesa?

​Deixe as suas impressões nos comentários abaixo e continue atento ao blog para mais análises históricas!

​Publicado por Casa Jardim Retrato

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